“Ariana Grande é o ícone gay de sua geração”, diz Billboard

A cantora Ariana Grande, de 24 anos, foi eleita pela Billboard o ícone gay de sua geração. O site da revista americana publicou uma matéria com oito motivos que a fazem merecedora do título – que é de Judy Garland, Madonna, Britney Spears e Lady Gaga para gerações anteriores. São artistas que proporcionam músicas perfeitas para as festas gay e ainda usam sua visibilidade para lutar pelos direitos das pessoas LGBTQ.

A Billboard diz que a música “Break Free” (motivo 1) fez Ariana entrar nas playlists de gays de todo o mundo. Ainda teve o clipe, que é totalmente ‘campy gay fantasy’ com aquele figurino. Além disso, Ariana tem um irmão homossexual, Frankie (motivo 2), e ela sempre demonstrou orgulho dele e e orgulho por ter crescido em uma casa com aceitação. “É ultrajante para mim quando vejo alguém odiar alguém por causa de sua sexualidade. Eu odeio a intolerância. Eu odeio o julgamento. Odeio muito. A maioria das minhas pessoas favoritas são gays”, diz a cantora.

Motivo 3: Ariana reconhece os grandes ícones e, na música “Break Your Heart Right Back”, ela utiliza um sample do hino gay “I’m Coming Out” da Diana Ross. A letra dessa canção, aliás, trata de um crush que a traiu com outro cara. Motivo 4: “Side to Side”, com Nicki Minaj. Bem, aquilo de dar a noite inteira até ficar com as pernas bambas… dispensa explicações. Motivo 5: Ariana é capaz de imitar o timbre de Celine Dion e isso não tem para ninguém.

Motivo 6: a performance da cantora na Parada Gay de Nova York foi memorável, segundo a Billboard. “Além de seus próprios hits, ela cantou dois clássicos gays, ‘I’m Every Woman’ de Chaka Khan e ‘Vogue’ de Madonna, cercada de dançarinos sem camisa com desenhos feitos pelo artista gay Keith Haring em seus corpos. Ela ainda criticou os juízes da Suprema Corte que votaram contra a legalização do casamento gay”.

Motivo 7: no “One Love Manchester”, neste ano, Ariana cantou “Don’t Dream It’s Over” com Miley Cyrus e “Over the Rainbow” – um clássico LGBTQ. Sua postura diante do atentado e dos terroristas também a tornou mais especial. Em carta aberta, ela falou que não deixaria o terror dividir as comunidades.

Por fim, motivo 8: em entrevista de 2014, Ariana foi questionada sobre ser um ícone gay. Sua resposta? “É a melhor coisa que já me disseram em toda a minha vida”. É isso. Ariana, ícone gay de sua geração.

Da Redação

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