Sindalco fecha acordo com usinas Renuka e Revati

Após longo período de negociações, foi assinado o Acordo Coletivo de Trabalho do Setor do Etanol 2017/2018 entre o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Farmacêutica e da Fabricação do Álcool, Etanol, Bioetanol e Biocombustível de Araçatuba e Região (Sindalco) e as empresas Renuka do Brasil S/A, Revati S/A – Açúcar e Álcool, Revati Agropecuária Ltda. e Revati Geradora de Energia Elétrica Ltda. Foi estabelecido que o salário normativo (piso salarial) da categoria, passa a ser de R$ 1.270,00 por mês e R$ 5,77 por hora. O reajuste é retroativo a 1º de maio de 2017. O pagamento das diferenças salariais referente ao salário normativo serão incluídos na folha de pagamento da competência do mês de agosto de 2017.

Para as demais faixas salariais, a correção salarial, a partir de 1º de maio será de 2% aplicável sobre os salários de novembro de 2016; a partir de 1º de julho de 2017, será de 2,451%, aplicável sobre os salários de maio de 2017; deduzindo-se desse percentual, as antecipações concedidas a qualquer título no período compreendido entre maio de 2015 a abril de 2016, exceto as que tenham decorrido de promoções, transferências, equiparações, implemento de idade, término de aprendizagem e aumento real expressamente concedido a esse título.

O pagamento das diferenças salariais referente à correção salarial dos meses de maio e junho de 2017 serão incluídos na folha de pagamento da competência do mês de agosto de 2017.

Nas demais cláusulas houve a manutenção conforme o texto do Acordo Coletivo de Trabalho anterior.

O Acordo Coletivo de Trabalho da Categoria é a garantia de que os direitos dos trabalhadores, conquistados as duras negociações, terão que ser respeitados. Com ele em mãos, o trabalhador se sente mais fortalecido para exigir o cumprimento do mesmo.
O Sindalco já havia fechado anteriormente o acordo com outras seis unidades: Vale do Paraná, Cafealcool, Da Mata, Diana Bioenergia Avanhandava S/A, Usina Batatais e Virálcool.

Até o momento ainda não foi assinado acordo com as empresas do grupo Raízen, Aralco, Clealco, Pioneiros e Unialco.

Da Redação

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