Proposta é para construção de novo aterro em Andradina com objetivo de atender cidades da região

Uma reunião agendada pela Prefeitura de Andradina, a Amensp (Associação dos Municípios do Extremo Noroeste do Estado de São Paulo) e a Ciensp (Consórcio Intermunicipal do Extremo Noroeste de São Paulo) debateu soluções para os aterros dos municípios, na sede da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, em São Paulo.
A prefeita Tamiko Inoue liderou as discussões por Andradina, enquanto pela Ciensp o prefeito de Murutinga do Sul, Gilson Pimentel, e pela Amensp o prefeito de Sud Menucci, Julio César Gomes (Julião) no encontro com o coordenador do Município VerdeAzul, José Walter Figueiredo Silva, com o diretor da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), Geraldo do Amaral Filho e com o engenheiro da área de resíduos sólidos, Fernando Antônio Wolmer.

Participaram ainda o assessor de Assuntos Estratégicos e ex-prefeito, Jamil Ono, o secretário de Meio Ambiente, Claudio Gotardo, os prefeitos de Lavínia, Clovis Izidio, de Suzanápolis, Valter Crusca, de Ilha Solteira, Otávio Gomes, além do vereador de Suzanápolis, Ailton Bete, e do secretário de Meio Ambiente de Castilho, Fabiano Augusto.

A Amensp e Ciensp apresentaram um estudo para a criação de um aterro regional em uma fazenda pertencente ao Estado (320 alqueires), onde atualmente funciona a APTA (Agência Paulista de Tecnologias dos Agronegócios), tendo seu acesso pela vicinal ADD 104 (Estrada Vicinal “Nemezião de Souza Pereira”). A intenção é utilizar 20 alqueires para implantação do aterro regional. “Andradina é a comarca maior e está bem centralizada”, comentou o presidente da Ciensp, Gilson Pimentel, ao defender a proposta.

Tamiko também apresentou proposta para que Andradina tenha um novo aterro. O estudo debatido é de uma área na Fazenda Alvorada (antiga fazenda Macaé), distante 22 km da área urbana. “A questão ambiental é um dos temas mais importantes da atualidade e estamos realizando estudos para que Andradina mantenha a atual qualidade de coleta e destinação do lixo, que é avaliado como um dos melhores do País”, comenta Tamiko.

O secretário de Meio Ambiente, Gotardo, explica que hoje muitos municípios têm seus aterros com licença de geração com vencimento e dificuldades de conclusão do próprio aterro. Ele destaca que estudos do Estado vêm apontando como melhor solução a regionalização do serviço, devido aos custos e da atenção que se deve dar ao projeto. “O Governo do Estado vem apontando que vai auxiliar um aterro que atenda toda a região, através de consórcio e associações, diminuindo os custos, facilitando à logística e resolvendo os problemas de forma conjunta”, completa o secretário.

DA REDAÇÃO – Andradina

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