Domingo tem Missa das Comunicações na Matriz de São Sebastião

Domingo às 8 horas da manhã na Igreja Matriz de São Sebastião, todos estão sendo convidados pelo pároco Sebastião Gonçalves, a participarem da missa pelo 51º. ano em que se comemora o Dia Mundial das Comunicações.

De modo especial estão sendo convidados todos os profissionais de imprensa da cidade e da região. Em Andradina, a celebração com participação de jornalistas, radialistas, blogueiros e comunicadores em geral ocorre pelo quarto ano e marca também confraternização dos profissionais com um café da manhã, após as orações.

Segundo padre Sebastião, na festa da Ascensão de Jesus, a Igreja se dedica à discutir a importância dos meios de comunicação para as notícias sejam transmitidas com o compromisso não apenas de informar, mas de trabalhar para a vocação maior de todos que é construir uma sociedade melhor.

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO

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Esse ano, a mensagem do Papa Francisco para os comunicadores traz como tema o versículo 5 do capítulo 43 do Livro do Profeta Isaías que diz; “Não tenhas medo, que Eu estou contigo”. O Papa diz: “Gostaria que esta mensagem pudesse chegar como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, «moem» tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade. Creio que há necessidade de romper o círculo vicioso da angústia e deter a espiral do medo, resultante do hábito de se fixar a atenção nas «notícias más» (guerras, terrorismo, escândalos e todo o tipo de falimento nas vicissitudes humanas). Não se trata, naturalmente, de promover desinformação onde seja ignorado o drama do sofrimento, nem de cair num otimismo ingénuo que não se deixe tocar pelo escândalo do mal. Antes, pelo contrário, queria que todos procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau-humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós, lançando-nos na apatia, gerando medos ou a impressão de não ser possível pôr limites ao mal. Aliás, num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero”. 

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