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postado em 19/03/2017 às 05h20min

Varejo da região de Araçatuba fatura R$ 895,1 milhões e cresce 2,7% em 2016

Da Redação - Araçatuba
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No mês de dezembro o comércio varejista teve desempenho positivo (Foto: Divulgação)

Em dezembro, as vendas do comércio varejista da região de Araçatuba atingiram R$ 895,1 milhões, crescimento de 1,7% em relação ao mesmo mês de 2015. No acumulado de 2016, houve alta de 2,7% nas vendas. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).

Mesmo com o bom desempenho no mês, apenas quatro das nove atividades pesquisadas apresentaram crescimento em dezembro na comparação com o mesmo mês de 2015. Os destaques positivos foram os segmentos de outras atividades (10,8% e colaboração de 2,9 pontos porcentuais (p.p.) para o resultado geral), farmácias e perfumarias (26,6% e impacto de 1,8 p.p.) e autopeças e acessórios (7,9% e contribuição de 0,2 p.p.).

Por outro lado, os segmentos de supermercados (-6% e impacto negativo de 2,3%. para o resultado geral, lojas de vestuário, tecidos e calçados (-10% e colaboração de -0,7 %) e lojas de móveis e decoração (-18,6% e contribuição de -0,2 %.) registraram queda nas vendas e impediram um resultado geral melhor.

ESTADUAL
O comércio varejista paulista encerrou o ano de 2016 com leve crescimento de 0,1% nas vendas no acumulado dos 12 meses, interrompendo uma série de duas quedas consecutivas. No último mês do ano, as vendas no varejo aumentaram 3% na comparação com dezembro de 2015 e alcançaram R$ 61,4 bilhões, cerca de R$ 1,8 bilhão acima do valor apurado no mesmo período do ano anterior.

EXPECTATIVA
Para a FecomercioSP, a retomada da confiança continua sendo o principal elemento de sustentação da perspectiva mais otimista para 2017, mas a redução do ritmo inflacionário também acaba colaborando de forma prática para justificar a melhora observada. Durante ciclos de queda de inflação, o sistema de correção dos salários feito tradicionalmente por índices passados maiores do que os presentes acabam provocando um ganho real no poder de compra, ainda que residual dado o atual nível inflacionário, mas decisivo para a percepção de melhoria da capacidade de consumo das famílias.

Caso esse processo permaneça em curso, com a convergência rápida da inflação para o centro da meta, ao lado da queda dos juros e melhoria de acesso ao crédito, a Federação aponta já ser possível estimar que em 2017 o varejo venha a consolidar sua recuperação, apresentando um crescimento anual ao redor de 2,5%. Esta é uma importante sinalização diante das circunstâncias e estimativas anteriores, em que se previam no máximo um aumento de 1% para este ano. A dinâmica política e econômica, de acordo com a Entidade, tem se mostrado mais positiva do que se aguardava e permite se vislumbrar uma antecipação, ainda que em médio prazo, para a saída do atual ciclo recessivo que está marcando o varejo há quase três anos.

NOTA METODOLÓGICA
A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV) utiliza dados da receita mensal informados pelas empresas varejistas ao governo paulista por meio de um convênio de cooperação técnica firmado entre a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

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