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postado em 18/06/2013 às 09h19min

Prefeito vistoria obras de ponte que encurtará distâncias entre dois Estados

Informação é de que a obra pode acabar antes do prazo previsto; obra gera mais de 200 empregos
DA REDAÇÃO - ANDRADINA
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Divulgação/Secom Andradina
Jamil Ono (à direita) e Charles Kobayashi durante visita às obras

No domingo, o prefeito de Andradina, Jamil Ono (PT) visitou a construção da ponte que vai ligar Três Lagoas (MS) até Castilho (SP). A visita, que também contou com a participação do vice-prefeito Charles Kobayashi, do secretário da Fazenda José Henrique Pastorelli, do coordenador Haruo Kojo, foi auxiliada pelos cidadãos Adilson Dantas e Rubens Duchini.

O grupo partiu de lancha e barcos do bairro Beira Rio em Castilho seguindo pelo Rio Paraná, até o local da construção. De longe, a construção da ponte, que deverá se tornar o maior acesso entre os dois estados, deve ser a maior obra de infraestrutura edificada na região em várias décadas: "Separados pelo rio Paraná, os estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo têm hoje quatro pontes, sendo uma rodoferroviária e outra exclusivamente ferroviária. Pedimos agilidade para concluir a obra prevista para o segundo semestre de 2014, tivemos a grata surpresa em saber que a obra pode estar entregue dois meses antes do prazo, entre abril e maio de 2014", disse o prefeito que espera que a ponte seja inaugurada logo em seguida.

Durante o percurso Jamil lembrou da luta que se iniciou em seu primeiro mandato de vereador para facilitar o acesso entre os dois estados na região. Até hoje o transporte ferroviário é feito pela velha ponte de metal que será preservada enquanto o acesso rodoviário é feito por cima da Hidrelétrica de Jupiá.

"Era uma luta que parecia muito grande para ser vencida tão rápido e hoje, para mim será uma satisfação ser o prefeito de Andradina, que vai ver a conclusão dessa ponte, que tem vital importância para a região, afinal de contas acreditamos que São Paulo começa aqui e o desenvolvimento sempre tem duas vias o que com certeza vai mudar o perfil de nossa região", disse Jamil.

Jamil chegou a participar do ato de assinatura da cerimônia de lançamento da pedra fundamental da obra, em junho de 2011, durante a celebração do 96º aniversário de Três Lagoas, chegando a assinar a ordem de serviço que liberou a construção do governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), a vice-governadora, Simone Tebet (PMDB). Jamil estabeleceu contato com o então superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) do Mato Grosso do Sul, Marcelo Miranda e o superintendente do Dnit do estado de São Paulo, Ricardo Madalena, que já esteve em Andradina e se tornou um forte aliado da cidade em várias questões.

A ponte
A ponte é tratada como uma Obra de Arte Especial, com 1.344 metros de extensão e 6.648 metros de acessos. Em Três Lagoas/MS o trecho de acesso completará o traçado definitivo da BR-262, alterando o caminho que leva à barragem da Usina Hidrelétrica Engenheiro Souza Dias (Jupiá). Do outro lado do rio Paraná, no município de Castilho/SP, uma nova via de acesso será construída da ponte até rodovia estadual SP-300 (Marechal Rondon). Diariamente 220 trabalhadores se dedicam a avançar seis metros de ponte todos os dias.

"Ela segue em direção a São Paulo e vai trazer um esperado progresso para os dois estados, encurtando e facilitando o caminho do desenvolvimento", disse Jamil.
A ponte terá 17 bases e o vão entre elas chega a ser de 150 metros, o efeito visual entre a ponte velha e a nova representa a atual fase onde tudo se renova no limite dos dois Estados.

"Temos de presente a quem chega do Mato Grosso do Sul, uma Marechal Rondon toda duplicada que leva a riqueza rumo a São Paulo, e no caminho está Andradina, cada vez mais preparada para assimilar todo o desenvolvimento, que é uma marca do Brasil da última década", disse Jamil.

A construção da ponte foi garantida pelo Governo Federal, através do Ministério dos Transportes. Antes da construção da usina, na década de 1960, a travessia de veículos, cargas e pessoas no local era feita por meio de balsa ou da ponte ferroviária Francisco de Sá, ao lado da estrutura que será construída. Com a usina, o tráfego passou a fluir pela própria barragem. Mas com a expansão da região, nos setores agrícola e industrial e o desenvolvimento urbano, o volume de tráfego no local aumentou consideravelmente.

A nova ponte vai absorver esse trânsito, com duas faixas de tráfego com 3,6m de largura cada uma, além de acostamentos de 2,5m de largura e passagem para pedestres.

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