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postado em 7/03/2017 às 09h58min

Time deverá ter força máxima contra Luverdense

Fábio Carille deverá poupar jogadores na partida contra a Ponte Preta domingo, pela oitava rodada do Paulistão
Da Redação - São Paulo
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Jogadores na academia: quatro dias entre o clássico e o Luverdense ajuda na recuperação dos jogadores,diz Carille (Foto:Agência Corinthians)

O Corinthians completou no último sábado uma sequência de nove jogos disputados em apenas 28 dias, coroada com uma vitória por 1 a 0 sobre o Santos, no estádio de Itaquera, a segunda dos dois clássicos que teve pela frente. Mesmo com a série difícil, porém, o técnico Fábio Carille descartou dar qualquer descanso para os jogadores na partida da quinta-feira, contra o Luverdense, pela terceira fase da Copa do Brasil. Ele deve poupar os principais jogadores só na partida contra a Ponte Preta domingo, pela oitava rodada do Paulistão.

Agora diante de um mata-mata, diferentemente das duas primeiras eliminatórias da competição, disputadas em jogo único, o comandante não vê necessidade de usar ainda mais a rotação de jogadores do elenco. Para ele, o fato de ter quatro dias de descanso entre o duelo contra o Peixe e a partida na Arena Pantanal ajuda na recuperação dos jogadores. "No jogo do Pantanal tem quatro dias de folga, então eu vou com o que tiver de melhor. É sábado para quinta", afirmou o treinador corintiano, que até o momento escalou o zagueiro Pablo e o volante Gabriel em todos os jogos oficiais que teve na temporada.

O desafio, desse jeito, será passar pelo time mato-grossense e assegurar posto na quarta fase da Copa do Brasil, última antes da entrada dos times que disputam a Libertadores. Para isso, Carille conta com o entrosamento dos meias Jadson e Rodriguinho, que mais uma vez devem atuar lado a lado.

CONFIANÇA

Os gols marcados nas vitórias por 1 a 0 sobre Palmeiras e Santos encheram de segurança o atacante Jô, que rebate quem o via tecnicamente abaixo do colombiano Borja, reforço palmeirense, ou do argentino Lucas Pratto, do São Paulo. "No futebol, nunca vi ganhar só no papel, com extracampo. Nem vou ver. Você tem que chegar ali dentro e mostrar o seu valor", bradou Jô, na manhã de ontem, após o treino regenerativo no CT Joaquim Grava. "Respeito todos os atacantes que chegaram aos outros clubes, mas também tenho uma história no futebol. Quando a bola rola, são 90 minutos para cada um correr atrás do seu", complementou. Jô chegou a ser reserva do amigo Kazim, mas depois de marcar o gol da vitória contra o Palmeiras readquiriu a condição de titular.

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