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postado em 19/03/2017 às 05h24min

Construção civil: Araçatuba reage e emprego cresce 5,6% no setor

Dados foram divulgados por pesquisa feita por sindicato da categoria, em parceria com a FGV
Kaio Esteves - Araçatuba
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Setor voltou a crescer e criou mais empregos em janeiro (Foto: Arquivo)

Araçatuba voltou a reagir e gerar empregos na construção civil em janeiro, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (17) pelo Sinduscon-SP (Sindicato de Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), em parceria com a FGV (Fundação Getúlio Vargas), com base em informações do Ministério do Trabalho e Emprego.

De acordo com o levantamento, a cidade criou 170 novos postos de trabalho formais no primeiro mês de 2017, que representa um aumento de 5,66% em relação a dezembro do ano passado. Agora, o município conta com 3.172 trabalhadores com carteira assinada na construção civil. A cidade foi a que mais criou empregos no setor no primeiro mês de 2017.

A região noroeste ficou entre as três únicas regionais do estado com bons resultados, segundo a pesquisa. As outras foram Ribeirão Preto e Presidente Prudente.

O balanço entre contratações e demissões fechou com saldo positivo de 401 novos postos de trabalho na região, o que representa aumento de 1,39% em relação ao mês de dezembro.

Em Birigui, por exemplo, foram criadas 25 novas vagas e o município passa a ter 1.048 trabalhadores registrados. Aumento de 2,44% em relação a dezembro.

“A desaceleração do desemprego em janeiro ainda não significa que chegamos ao final da crise na indústria da construção”, observou o presidente do sindicato, José Romeu Ferraz Neto.

Embora tenha ocorrido o arrefecimento no ritmo de queda, ainda há tendência de redução de postos de trabalho devido a redução da atividade das empresas, como mostrou o Índice Nacional de Atividade da Construção Civil (INACC), do SindusCon-SP, que registrou queda de 18,2% em 2016 na atividade das construtoras formais. “Precisamos de um ambiente macroeconômico que inspirem o investidor a confiar no país novamente”, completou Neto.

BRASIL
Em todo o Brasil, o setor da construção perdeu 1.282 vagas, registrando queda de 0,05% em relação a dezembro de 2016.
Esta é a 28ª queda consecutiva, deixando o estoque de trabalhadores no setor em 2,49 milhões. Na comparação com janeiro de 2016, houve queda de 14,18%.

POR REGIÃO
No Sudeste, registraram alta São Paulo (0,26%), Minas Gerais (0,44%) e Espírito Santo (0,50%). Já o Rio de Janeiro teve queda de 1,10%. Na região Norte, o Amazonas teve queda de 2,32%, seguido por Tocantins (-1,90%) e Amapá (-1,83%). Apenas Roraima teve alta (1,83%).

No Nordeste Maranhão teve queda de 3,34%, seguido pelo Ceará (-1,34%) e Piauí (-1,04%). No Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul e Goiás tiveram alta, 1,07% e 0,74%, respectivamente. Na outra ponta, tiveram baixa Mato Grosso (-0,93%) e Distrito Federal (-0,79%).

Já no Sul, todos os estados tiveram alta: Paraná (1,11%), Santa Catarina (1,69%) e Rio Grande do Sul (0,58%).

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