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postado em 17/02/2017 às 08h48min

Editorial: mais dinheiro no bolso

Da Redação - Araçatuba
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O governo federal vem adotando algumas medidas para estimular a economia. Até agora nada radical ou capaz de causar profundas transformações. Mas também não são tão ruins como tentam mostrar os derrotistas de plantão. O país ainda está passando por uma grave crise econômica, que se tornou ainda mais preocupante pela instabilidade política e ois escândalos financeiros que se multiplicam, envolvendo importantes nomes do mundo empresarial e político. Empresas públicas e privadas que até então eram motivo de orgulho para o país, como a Petrobras e a Odebrecht, foram atingidas duramente pelas denúncias de práticas criminosas, não apenas no país como no exterior. Tudo isso reflete negativamente na economia do país.

Entre as principais medidas para garantir a retomada da economia estão a queda da taxa base de juros, a Selic, as mudanças no Programa Minha Casa Minha Vida para estimular a construção Civil e o principal assunto do momento, que é a liberação do dinheiro das contas inativas do FGTS. A previsão é de que R$ 40 bilhões serão injetados na economia. Outras vez os mais pessimistas afirmam que isso nada resolverá para estimular a economia. Certamente que medidas cautelosas isoladas não têm o poder de transformar a economia. Mas, da mesma forma, é impossível negar que a liberação de R$ 40 bilhões tem seus aspectos positivos. Milhões de contas têm valores baixos. Este dinheiro dificilmente irá migrar para outro tipo de aplicação. A maioria vai para o comércio, seja para novas compras ou para pagar o que já consumiu, abrindo perspectiva de novos negócios.

É inegável que a economia brasileira, depois de tanto tempo com graves problemas, começa a dar tímidos sinais de recuperação, especialmente em determinados setores. Ainda está longe da atividade econômica desejada por todos, mas já é um começo. A expectativa é de que este ano já apresente crescimento. Outras medidas precisas ser adotadas para estimular o consumo e principalmente criar postos de trabalho. A geração de empregos é o maior desafio atuar. Com mais número de trabalhadores, certamente há maior circulação de massa salarial e a economia começa a girar. O governo deve agir para criar empregos. Essa deve ser a principal meta.

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