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postado em 23/10/2012 às 11h06min

Operação da Polícia Civil resulta na prisão de ex-PM e advogado em Araçatuba

DA REDAÇÃO, ESTER LEÃO - ARAÇATUBA
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Charles/Aracatubanews
Acusados de cobrança e extorsão foram presos na manhã de hoje

Uma operação da Polícia Civil de Araçatuba, realizada na manhã desta terça-feira (23), desarticulou um grupo que atuava no ramo de crédito financeiro. O grupo é acusado de praticar cobrança ilegal mediante extorsão e ameaça de morte. A operação, que teve início às 6h e terminou às 8h de hoje, resultou na prisão de quatro pessoas, entre elas um advogado, um empresário e um ex-policial militar.

Segundo informações apuradas pela reportagem, o objetivo desta operação foi o cumprimento de quatro mandados de prisão e busca e apreensão, expedidos pela Justiça de Araçatuba. Além das casas dos acusados de participação no esquema, a polícia realizou buscas na sede de uma empresa de factoring, no centro de Araçatuba. No local, foram apreendidos documentos e telefones celulares que podem auxiliar na conclusão da investigação.

Pelo menos cinco delegados participaram da operação, juntamente com investigadores e do GOE (Grupo de Operações Especiais). Um total de 20 policiais civis. Os proprietários da Factoring, identificados como Antonino Venâncio Neto e Paulo Henrique Munhoz foram presos em casa. Durante o cumprimento dos mandados, foram presos o ex-policial militar João Marcelo Melhado, que atuava em Araçatuba e que foi exonerado da corporação e Tiago da Silva Carriço. João Marcelo e Thiago seriam responsáveis por fazer as cobranças de forma violenta e extorquir os devedores. Os dois chegaram a ser condenados em 2007 por roubar uma empresa de Penápolis.

TÍTULOS
Em entrevista a reportagem, a Polícia Civil informou que as investigações começaram em maio deste ano, após a falência de uma empresa do ramo calçadista de Birigui. A empresa calçadista praticava a troca de títulos com a Factoring, que passou a cobrar os títulos com porcentagem elevada. Os quatro envolvidos tiveram a prisão temporária decretada, que vale por cinco dias, podendo ser prorrogada por igual período ou então convertida em prisão preventiva.

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